Exploração do pau-brasil
Ciclo do pau-brasil ou Exploração do pau-brasil é o primeiro ciclo econômico que rolou no Bostil, ao gosto dos portugueses e a contragosto completo dos povos indígenas bostileiros, que foram o burro de carga, por vezes voluntário, em várias vezes como trouxas mesmo, noutras foram obrigados mesmo pelos carinhas com arcos que disparavam fogo.
Descoberta[editar ]
A Paubrasilia echinata , ou pau-brasil propriamente dita, não era obviamente conhecida pelos portugueses (削除) ou sim, já que né, tem muita gente que acredita que esses filhos da puta já conheciam o Brasil de outros carnavais, de onde teria nascido inclusive a lenda da Ilha da Brasa Mora (削除ここまで), entretanto ela era bem parecida com uma outra "pau-brasil" chamada Biancaea sappan que tinha pros lados da Ásia, mas não era muito comum e os portugueses, mesmo quando chegaram lá nas Índias verdadeiras, não conseguriam descolar muitos pés dessa plantinha.
Assim, quando ao perceberem nas primeiras incursões à Terra de Santa Cruz, em especial na costa de Pernambuco, que ali tinha uma tal de arabutã, ibirapiranga, ibirapitá, ibirapitanga ou orabutã, no dizer dos índios, que era bem parecida com a versão asiática dessa árvore, decidiram dar uma cortadinha em uma e perceberam que sim, ela escorria lá a tinta de carmesim. Pronto, eis que logo o pau-de-Pernambuco, pau-rosado ou pau-de-tinta já iria saber que seus dias de sossego na Mata Atlântica estavam contadinhos...
Exploração[editar ]
Acredita-se que à época do Descobrimento do Brasil, tinham uns 70 milhões de pés de paus-brasis, cobrindo uma área litorânea de 18 km adentro do território bostileiro, e cruzando do atual Rio Grande do Norte até a Baía da Guanabara, sendo Pernambuco, Cabo Frio e Porto Seguro onde mais tinha essa porra - aliás, não a toa, logo que Pedro Álvares Cabral pôs os pés no tal porto, já havia percebido aquele monte de planta parecida com os sagrados paus-brasis asiáticos e já ficou bestinha com isso, só não se interessou tanto porque tinha que ir pras Índias descolar especiarias, mas até que conseguiram levar uma amostra do pau pra Portugal, o que deixou o povo de lá tudo ouriçado com a descoberta.
Sabendo do valor dessa tintura na Europa, os portugas se organizaram em várias viagens exploratórias pro Brasil, organizadas por judeus cristianizados (削除) à força (削除ここまで) pro serviço, e estes mandaram os índios incircuncisos e pagãos (duplamente infiéis pros cristãos-novatinhos) fazer o serviço pesado de derrubar os pés de planta e carregar sasporras pras embarcações dos tugas.
Estima-se que entre 1501 a 1530 só as feitorias portuguesas em Pernambuco, Porto Seguro e Cabo Frio derrubaram uns 50% da vegetação original, isso sem falar dos franceses engraçadalhos que estavam catando um monte desses paus na surdina, inclusive tomando posse das Feitorias de Igarassu e na Ilha de Itamaracá - onde curiosamente surgiu o primeiro engenho de cana-de-açúcar do Bostil, anunciando a chegada do ciclo seguinte de exploração dos otários da colônia pra encher o cu de Portugal de money e a Europa de diabetes - o que levou chamarem Cristóvão Jacques tentar rechaçar esses engraçadinhos pra longe da colônia e dos pés de pau que cuspiam sangue.
Com o início da colonização propriamente dita do Bundil, com a chegada de Martim Afonso de Sousa e seu parça Pero Lopes de Sousa, além da criação das capitanias hereditárias, o ciclo do pau-brasil foi diminuindo para dar lugar a outros ciclos econômicos com o do açúcar e o do cacau - também pudera: em 1580 achar o tal do pau-brasil virara um Onde Está Wally? fodido, já que quase não se achava mais essa porra, além do que passaram a transformar isso em trocadilho, já que quando iam pra junto dos tamoios, tupinambás e tupiniquins com esse papo de estar procurando o tal do pau-brasil, eles mostravam suas zarabatanas. E não, não tô falando da arma de caça deles, é OUTRA zarabatana...