Guiné
Ditadura Militar de Guiné
Guiné (não Bissau, nem Equatorial, muito menos Papua)
Guiné, também conhecido como Só Guiné e mais raramente como Guiné-Conacri porque por algum motivo eles gostam de evidenciar a capital do país, é o país líder do Conselho da Guiné, formado pelos irmãos Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e sua prima distante Papua-Nova Guiné. Guiné é uma região na costa oeste africana que sempre foi povoada por cangaceiros originais e constantemente se envolvia em confusões guerrilheiras, uma realidade presente até os dias atuais.
Existe um grande problema sobre a origem e etimologia do nome desse país. O povo de língua anglo-saxã, sobretudo os ingleses, acredita piamente que "guinea" é o nome de um camundongo fofo que segundo eles vive no oeste da África. Entretanto, os idiomas de origem latina, inclusive o português, acostumados a lidar com ratazanas, sabem que a verdadeira origem desse camundongo nada tem a ver com a África, mas sim com o subcontinente indiano, por isso chamamos esses animais de porquinho-da-índia. Os japoneses, por sua vez, contestam e alegam que aquele bicho não é um suíno pequeno, e eles realmente tem um ponto sobre isso, o porquinho-da-índia é um roedor, por isso eles dão o nome correto de "cobaia" ao animal e consequentemente ao país que realmente por muitos anos foi cobaia da Europa. Já os peruanos e equatorianos, para eles "guinea" é apenas um prato típico.
História[editar ]
Antiga Guiné[editar ]
Livros de história dizem que o Império Mali e o Império Songhai foram os primeiros a habitarem a Guiné, mas isso não é verdade, a Guiné era isolada demais para oferecer vantagens para esses impérios, então nunca chegou a ser habitada nesses tempos. Originalmente, a Guiné era povoada apenas por animais ferozes, como leões, linces e jogadores de League of Legends. Ali também viviam grandes colônias da tribo Papôuteuku que harmoniosamente ali viveram por longos anos, contribuindo para os anais da história do oeste africano.
Mas aí vieram os colonos brancos, que ao descobrirem os papôuteukus os caçaram intensamente por motivos ainda desconhecidos até hoje, talvez por puritanismo hipócrita. Não só atiraram nos papôuteukus com arcabuzes, mas depois atiraram com fuzis e por fim atiraram com canhões de navio, e os que sobreviveram eles capturaram para revendê-los nas novas colônias da América.
É nesse contexto de conflito que emerge no interior da Guiné a tribo islâmica dos Fura Jalom, e quem gosta de hentai já sabe que esse nome "futa" nunca quer dizer coisa boa. Não a toa os europeus nunca tentaram sequer se aproximar dessa tribo.
Colonização francesa[editar ]
Durante a época em que a colonização imperialista estava na moda entre os grandes países europeus, ali entre os séculos XV e XIX, também estava na moda criar uma colônia ao longo do oeste africano e chamá-la simplesmente de "Guiné". Com o tempo, diversas áreas foram recebendo outros nomes mais criativos e divertidos, quase que depreciativos (Costa do Marfim, Gana, Camarões, Gabão, etc), mas as áreas com menos personalidade e menos importância, esse nome "Guiné" se manteve.
A "Guiné Guiné", ou "Só Guiné", foi inicialmente colonizada pelos portugueses (os idiotas que chamavam tudo de "Guiné"), mas que por serem menos burros do que aparentam, em 1890 venderam o território da Só Guiné para a França, país que tinha no século XIX uma mania quase inexplicável de colonizar os territórios mais inúteis do planeta, dentre eles a Só Guiné, a qual passou a integrar a Federação Francesa dos Territórios Irrelevantes da África Ocidental.
Independência e República Popular Revolucionária[editar ]
Em 1947 um movimento nacionalista de luta pela independência surge na Guiné oportunamente na época em que a França estava devastada pelos eventos da Segunda Guerra Mundial. Depois de muita guerrilha e assaltos, a Guiné conseguiu a independência em 1958 quando Charles de Gaulle proferiu sua famosa frase "Ah quer saber? Que se fodam sozinhos então". Uma vez independente, a Guiné conquistou e anexou diversos outros territórios, hoje conhecidos como Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e Papua-Nova Guiné.
Séuku Toréi é quem assume a presidência do novo país no mesmo ano de sua independência. O povo estava feliz, pena que Séuku Toréi acabou sendo só mais um idiota. A Guiné abraçou o socialismo na forma da República Popular Revolucionária da Guiné, alinhando-se com seu vizinho mais próximo e aliado mais natural, a União Soviética. Touré então começou o programa nuclear guineano ao obrigar que mafagafos, abundantes no país, corressem em cilindros. O perigo eminente dos Estados Unidos bombardearem a Guiné forçou até a 2 milhões de guineanos a se refugiarem no exterior, onde permanecem até hoje.
Com parte da África e da Oceania conquistados, o exército da União Abençoada de Guiné passou a concentrar esforços no plano de conquista de Gibraltar e do Alasca sob a carismática liderança de Séuku Toréi, mas infelizmente o carismático líder morreu sob circunstâncias misteriosas e seu sonho jamais seria concretizado.
Governo Lansana Conté[editar ]
Touré morre em 1984 e infelizmente não consegue fazer uma ditadura muito duradoura para os padrões africanos (só 30 anos) por causa do imprevisto do ataque cardíaco. Como os guineanos não estavam esperando uma morte tão prematura e a expectativa era de mais anos de ditadura, todos foram pegos de surpresa.
Como ninguém esperava essa morte, não havia sucessores e ninguém sabia o que fazer. Foi então que o coronel Lansana Conté subiu num barril, botou a mão no peito, e disse sua lendária frase épica: "Deixem comigo! Eu sei como levar um país para a miséria" e assume o poder do país onde desde então passaria a ser reeleito mais uma mil vezes. Lansana Conté e seu melhor amigo Diarra Traoré tomaram o poder, mas logo perceberam que não poderiam ser os dois presidentes, então Lansana Conté, com muito pesar, assassinou Diarra Traoré com transmissão televisiva ao vivo.
Golpe de 2008[editar ]
Conté é reeleito 2007 pela milionésima vez, mas infelizmente não consegue manter uma ditadura muito longa (só 28 anos) pois foi atingido pelo imprevisto da morte misteriosa em 2008. O general Mussum até tenta liderar um golpe militar, mas como na madrugada anterior todas as suas armas foram trocadas por vassouras pelos opositores, o golpe falha e a Corte Guineana anuncia a realização das primeiras eleições realmente democráticas da história do país.
Mas Lansana Conté não foi sepultado, e seu corpo levado a laboratório recebeu partes de cyborg e renasceu como Alpha Condé que concorreu nas eleições e obviamente venceu, já que na Guiné há uma lei que qualquer um que tenha o sobrenome "Conté" ou "Condé" é eleito presidente caso se candidate.
Protestos de 2013[editar ]
Até 2013, a praxe era aguardar o ditador morrer para só então dar o golpe militar, pois dar o golpe militar com o ditador ainda vivo as vezes pode ser difícil demais. Mas quando o povo guineano teve acesso à internet pela primeira vez, eles logo perceberam que não precisavam esperar a morte do ditador para dar o golpe de estado, na verdade, nenhum outro país no mundo faz isso, então em 2013 começaram uma série de badernas, quebradeiras, e caos no país.
O único problema desses atos de rebeldia é que não mataram o presidente (ou no mínimo bani-lo para outro país), o requisito principal para se conseguir um golpe de estado, então no final das contas deu em nada.
Eventos recentes[editar ]
Tensões armadas entre a Libéria e Serra Leoa para descobrir quem é mais fodido trazem para a Guiné 500.000 refugiados liberianos e leoneses que passam por discriminação étnica (como se houvesse diferença entre guineanos, liberianos e leonenses). Mas os guineanos queriam apenas ter alguma coisa para fazer naquele país tedioso.
Em 2021 a Guiné finalmente se torna um país africano convicto ao finalmente executar o seu primeiro golpe militar bem sucedido com o presidente em questão ainda vivo, a atualmente Cabo Verde é o único país africano sem golpes militares bem sucedidos, até por isso volta e meia estudam removê-lo do continente. Um negão de 2 metros de altura e mais 2 metros de envergadura e que está sempre de óculos escuros assumiu a presidência do país, o coronel Mamady Doumbouya. Prometendo ajudar o país, fez diversas coisas úteis, como banir a Constituição, dissolver o congresso e realizar o sonho neoliberal ao abandonar o povo guineano à própria sorte.
Geografia[editar ]
A Guiné é um país pequeno que possui apenas florestas tropicais cheias de chimpanzés. Carece de diversidade geológica e hidrográfica, por isso qualquer coisa eles já estão achando o máximo, tipo o Monte Nimba, que é só um morro bem comum, até mesmo bem sem graça.
O único lugar realmente bonito do país fica fora do país, que são as Ilhas de Los, onde não foi possível chegar para destruí-las, ainda. Mas quem sabe um dia.
Política[editar ]
Golpes de Estado são o passatempo nacional, com um governo tão estável quanto o polônio-210, e isso se reflete na política nacional. Até 2021 a Constituição da Guiné previa que um golpe de estado só era permitido após a morte por causas naturais do ditador vigente, e de 1958 a 2021 isso foi plenamente respeitado e a Guiné naturalmente era respeitada como uma das democracias mais sólidas da África.
Mas em 2021 essa Constituição foi jogada no lixo e a Guiné decidiu adotar uma cópia da Constituição da Burkina Faso, aproveitando que ela já estava em francês também. Sob essas novas regras, agora os golpes militares eram livres e poderiam ser aplicados a hora que assim os militares do país desejassem. Coube a Mamady Doumbouya por em prática a nova constituição e liderar o primeiro golpe militar bem sucedido contra um presidente não-morto da Guiné.
Subdivisões[editar ]
A Guiné se encontra subdividida em 7 regiões de modo que cada uma dessas regiões recebeu o nome de uma tribo como uma forma proposital de sacanear as outras 50 tribos do país que não ganharam uma região para si. A Guiné foi colonizada pelos franceses, não a toa usaram essa velha tática do Napoleão: Dividir para conquistar. Deixando as várias tribos locais odiando umas as outras, para que o governo de Conacri mantenha o controle.
Economia[editar ]
País rico em recursos naturais, mas pobre em todo resto. Tem ferro, ouro, prata, diamantes, mas sabiamente prefere não explorar isso porque sabe que vão precisar vendê-lo por preços baratíssimos para comprar produtos industrializados caros de volta. Então o governo guineano prefere guardar seus recursos minerais para quando no futuro o país atingir a autossuficiência industrial e se tornar um país de primeiro mundo, aí sim explorar sua riqueza natural para uso próprio.
Recentes pesquisas ainda apontam que a Guiné, especificamente a capital Conacri registram o ar mais poluído do mundo, o que nos leva a crer que a principal importação desse país é ar sujo, pois eles próprios não possuem indústria ou veículos automotivos. Há teorias que a poluição do ar na Guiné é apenas resultado do excesso de flatulência, causada por ingestão excessiva de ovos de cobra. Por isso, enquanto o desenvolvimento tecnológico não chega, a Guiné estrategicamente se mantém como um país predominantemente agrário, produzindo café, arroz, mandioca, milho, sorgo e banana.
Infraestrutura[editar ]
Saúde[editar ]
As pessoas só lembram da Serra Leoa na hora de mencionar um país fodido da África e as desgraças daquele continente, talvez por causa de seu nome um tanto cômico, mas a Guiné é vizinha da Serra Leoa e tem com esse país suas similares. A principal similaridade é o sistema de saúde pública guineano, que em 2014 salvou o país do ebola que matou apenas 2500 cidadãos. O êxito bem sucedido na erradicação do ebola na Guiné está na prática da medicina popular guineana. De acordo com os médicos guineanos, a melhor forma de se comportar quando você vê um parente seu sangrando pelos olhos, boca, e ouvidos e defecando sangue puro, é mantê-lo por perto e compartilhar todos seus pertences pessoais de modo a demonstrar afeto e carinho num momento de tão imensa dificuldade. Por isso num país com milhões de habitantes, apenas 2500 foram vitimados por essa doença terrível.
Cultura[editar ]
A Guiné é um país com fortes influências francesas, algo que influencia diretamente em sua cultura, isso explica porque eles são fanáticos em fazer protestos violentos contra o governo. Para manter essa tradição, nas últimas décadas o governo vem se recusando a trazer melhorias de qualquer natureza para o povo, mantendo assim acesa essa chama de descontentamento, algo que os franceses, inventores desse negócio de revolta popular, tem esquecido nos últimos anos. Tradição esta que dependendo dos guineanos se manterá viva por longos anos.
Culinária[editar ]
A gastronomia da Guiné é predominantemente bem similar à culinária da Etiópia, que é passar fome. Mas tem os guineanos que sobrevivem e esses tem seus hábitos culinários característicos, sendo a principal refeição do país o lafidi, que é um arroz com excremento de bode em cima.
Esportes[editar ]
A Guiné num geral não é um país notável nos esportes, sempre termina derrotado em todos, mas pelo menos é o país campeão mundial de hóquei sobre a grama. A história sobre as origens do hóquei sobre a grama na Guiné remontam à época da fundação da Guiné em 1958, quando o fundador do país, o general Mobousso Bétenyi, teria assistido os Jogos Olímpicos de Inverno de 1956 em Cortina d'Ampezzo e se maravilhado com os jogadores de hóquei no gelo. Como ele havia se tornado o novo rei, teria tentado reproduzir o esporte em seu país, espalhando milhões de pequenos cubos de gelo no gramado de sua residência e fazendo seus vinte e quatro capachos brincarem lá com patins de gelo (patins feitos com facas de manteiga amarradas a alpargatas velhas, galhos de árvores de café e esterco de vaca). Como a Guiné é um país quente, os cubos de gelo derreteram em menos de 3 minutos e os escravos do rei se viram jogando hóquei num gramado molhado, de tênis sujos, as facas de manteiga enfiadas na lama. Foi um dia super divertido, temos que admitir.
Quando o general Mobousso Bétenyi foi enforcado por opositores e depois cortado em fatias finas por ter pago uma viagem de luxo com o orçamento do Ministério da Educação, as fatias foram então colocadas em uma frigideira com, entre cada fatia, cebolas, pedaços de bacon e vários temperos e ervas. A frigideira foi então colocada no forno a 180 graus Celsius por duas horas para cozinhar este grande clássico da culinária guineana: Papôuteukus assado à guineana. Quanto ao hóquei sobre a grama, a tradição sobreviveu e a Guiné se tornou uma potência nesse esporte.
Flag-map Guiné.png | Guiné |
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