Carl Tanzler

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A Noiva Cadáver da vida real.

Carl Tanzler foi um médico teuto-estadunidense que elevou o termo "velho tarado" a proporções até então inimagináveis. Ele ficou conhecido por sua paixão doente mental por uma paciente (削除) cu de abano (削除ここまで) cubana sua, porém não duma forma tradicional, pois ele não se contentou em perseguir, sequestrar e estuprar a vítima, como ele também fez tudo isso após a morte da dita cuja, em um dos casos de necrofilia mais bizarros da história do planeta Terra, e olha que necrofilia já é escroto por conta própria...

Vida como médico[editar ]

Carl Tanzler foi um médico fugitivo da Alemanha, seu país de origem. Ele deixou o país ainda no início do século XX, já que todas as cotas para desgraças e filhos da puta já estavam preenchidas pelos nazistas da Segunda Guerra Mundial e os generais da Primeira Guerra Mundial. Puto da vida com a situação, Tanzler se perguntou-se a si mesmo qual seria o país onde não existia cotas para filho da puta, pois lá era inesgotável? Ele pensou logo no Brasil-sil-sil, mas lá era "oto patamar", até mesmo para ele. Portanto a criatura se dirigiu para os Estados Unidos, uma espécie de Brasil, só que rico, mais pro norte do globo terrestre e com melhores condições de vida para você se foder com mais comodidade.

Chegando lá ele foi trabalhar em um hospital da Flórida, onde, alguns anos depois, conheceu a sua paciente mais célebre, a sua mãe, um feto malformado que assustou a todos no parto. Porém, depois desse, outra paciente chamou a atenção do velhinho doido: Maria Elena Milagro de Hoyos, que de milagre não tinha porra nenhuma. Essa cubana chegou lá com tuberculose, uma doença que pra época era pra internar o paciente já no caixão de tão arrombada que ela era. Tanzler, tarado como era, logo se apaixonou pela novinha, e fez de tudo para ajudar no quadro clínico, porém ela acabou não resistindo e veio por falecer um dia aleatório ai.

Depressivo quanto à morte de sua amada, Carl financiou o enterro, funeral e a construção de sua cova em um cemitério genérico da cidade de Orlando. Se essa obsessão já não aparentava ser um pouco estranha logo ai no começo: gastar uma grana tentando salvar uma pessoa até então desconhecida, financiar sua vida pós-morte e ainda guardar consigo uma cópia da chave de sua cripta, pois saiba que as coisas começaram a ficar ainda mais bizarras com o passar do tempo...

Vida como doido varrido[editar ]

Depois de alguns anos, mais precisamente 2 anos, 8 meses, duas semanas, 4 dias, 10 horas, 30 segundos e 9 milésimos, Carl Tanzler vai até a sua cripta, abre a cripta, entra na cripta, pega o cadáver dela, na cripta (é bom lembrar), sai da cripta, fecha a cripta, dá o cu na cripta, vende drogas na cripta e depois vai embora da cripta até a sua residência, levando consigo o defunto da mulher, que por sinal já estava em decomposição, todo podre e cheio de bosta e vermes sebosos, mas ainda assim o vovô cagou e andou para toda essa nojeira.

Chegando em casa, Carl tentou reverter as ações de decomposição do defunto, estofando ele com porra de jegue, colocando pelo de gambá no lugar de sua carequinha calva que todo zumbi têm, e remendando tudo com fios de teia de aranha de Madagascar, além de alguns retoques para deixar o corpo dela parecido com o de uma bonequinha da Barbie. Após tais procedimentos, Carl passou a morar, comer, viver, transar e tudo mais com a sua mais nova companheira, durante nada mais e nada menos 7 anos.

Porém, a família dessa cubana não é tão jumenta assim, e cedo ou tarde descobriram acerca do sumiço do defunto da mulher, talvez também houvessem necrófilos na família... Não muito tempo depois as autoridades chegaram até Carl Tanzler, que foi rapidamente preso, porém solto algum tempo depois, visto que muitos apenas o enxergaram como um velho gagá, mandando-o assim para um asilo. Nos seus últimos anos de vida, inconformado com a retirada de sua boneca, Carl Tanzler fez sua própria boneca inflável com uma máscara mortuária da guria, podendo trepar o tanto quanto ele pode, até morrer de alguma forma aleatória ai, nos anos 50.

Ver Também[editar ]

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